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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Horta Bio

Embora tenha havido muitos percalços ao longo deste ano letivo a Horta Bio apresenta uma diversidade cuja qualidade das culturas é assinalável com aplicação de técnicas agrícolas o mais biológico possível, havendo como demonstram as imagens, produtividade acima do que esperávamos. É de referir que estas culturas têm sido consumidas na nossa cantina e bar, estando os auxiliares sensibilizados para recolherem as culturas necessárias para a confeção das refeições da nossa escola. Este resultado deve-se á dedicação de todos, desde alunos do Clube Eco, auxiliares e os docentes do Programa Eco-Escolas. Ainda não acabou o ano letivo mas a horta está a produzir de forma sustentável o que é fundamental para a educação dos nossos jovens.

Coordenadores do Programa Eco-Escolas
José Carreira
Maria Celina Silva

quarta-feira, 29 de maio de 2013

COMPOSTO PRODUZIDO NA ESCOLA UTILIZADO NA FERTILIZAÇÃO DOS CANTEIROS DE PLANTAS AROMÁTICAS





















Terminou a última fase de manutenção dos canteiros de plantas aromáticas, no corrente ano letivo. Os três canteiros foram primeiramente objeto de uma monda de ervas daninhas e, depois de cavados para favorecer o arejamento do solo, finalmente devidamente fertilizados com cerca de 30 kg de (excelente) composto produzido no compostor da nossa escola.
Agora resta esperar que os espécimes de malva-de-cheiro, funcho, anis, cana-de-cheiro, menta, hortelã-pimenta, hortelã-da-rocha, sálvia, macela, alecrim, alfazema e tomilho, que compõem aqueles canteiros, recuperem o vigor de outros tempos (depois da vandalização de que foram alvo no último mês).
De referir que todo este trabalho de manutenção e monitorização foi realizado pelos alunos do Clube Eco da nossa escola.  
 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MONITORIZAÇÃO DO COMPOSTOR



A reciclagem de resíduos vegetais, submetidos ao calor intenso da oxidação e ao metabolismo dos microrganismos durante alguns meses, designa-se compostagem. É possível obter um bom adubo orgânico recorrendo à reciclagem dos resíduos orgânicos produzidos pela escola na cantina e / ou zonas verdes. Esta fertilização orgânica constitui sem dúvida a mais indicada para uma horta biológica, visto ser isenta de qualquer resíduo de síntese química. Consiste no ato de adicionar ao solo um suplemento de nutrientes para repor aqueles que as plantas já gastaram numa cultura anterior ou para aumentar o seu rápido crescimento.
Como resultado do processo de compostagem obtém-se uma substância homogénea, de cor castanha, aspeto de terra e com um odor agradável a floresta, a qual se designa composto. O composto final fornece ao solo os nutrientes já em formas facilmente assimiláveis pelas plantas, para além de estimular e alimentar grande diversidade de organismos e microrganismos que, mais tarde, quer mortos ou vivos, alimentam e beneficiam de outro modo as plantas.
O processo de compostagem mais indicado para o caso de uma horta escolar, é o tipo de compostagem em pequena escala, a compostagem doméstica, que é feita em pequenos recipientes e que não exige grande quantidade de resíduos orgânicos.
O compostor funciona como um pequeno “armazém” de matéria orgânica que por estar confinada a um espaço reduzido, constitui um local ótimo de desenvolvimento de uma grande quantidade e variedade de microrganismos e outros seres vivos que ali vão desenvolver a sua atividade, contribuindo para a transformação dos diferentes materiais orgânicos numa matéria homogénea – o húmus ou composto.
Para produzires o teu próprio composto segue as seguintes instruções:
  1. Instalação do compostor – instala o compostor sobre o solo nu, debaixo de uma árvore de folha caduca, por forma a evitar temperaturas elevadas durante os meses mais quentes ou temperaturas demasiado baixas durante os meses mais frios. Este deve ainda ser, sempre que possível, instalado perto da horta, num local do pátio da escola onde não haja o perigo de atos de vandalismo.
  2. Materiais para o compostor – para que este processo decorra de forma correta e rápida é importante procederes à colocação dos materiais no compostor em várias camadas, intercalando materiais secos (folhas e ramos) com materiais húmidos (resíduos verdes).
  3. Fatores a controlar no processo de compostagem – um dos fatores a ter em conta no processo de compostagem é a temperatura. Deves efetuar medições de temperatura periodicamente, por forma a verificar se a sua variação ao longo do processo produz uma curva de temperaturas que se carateriza por uma rápida subida até valores de aproximadamente 70 º C, seguida de um decréscimo. Este controle deve ser reforçado nos meses em que a temperatura é mais baixa. Outro fator a ter em conta é a humidade. Deves regar os materiais colocados dentro do compostor sempre que verifiques que estes apresentam aspeto seco. No entanto, deves evitar a rega excessiva pois a humidade em excesso é responsável pela libertação de odores desagradáveis. Para verificar se a nossa pilha de composto tem o teor de humidade adequado pode proceder-se a um pequeno teste empírico que consiste basicamente em apertar na mão uma pequena porção de composto. Caso a água contida neste escoar, sob a forma de gotas, podemos considerar que o composto possui o teor de humidade adequado; se escoar em fio, tem uma humidade excessiva. O último fator a ter em conta no processo de compostagem é o teor de ar presente na pilha de composto. Dado que este processo decorre fundamentalmente em meio aeróbio, deves revolver periodicamente a pilha do composto com o auxílio de uma forqueta de arejamento, incorporando o ar necessário à execução do processo e evitando a existência de cheiros desagradáveis.               
  4. O composto está pronto – após 4 a 12 meses do início deste processo tens um composto razoavelmente maduro, podendo constatar-se tal situação pela observação de um conjunto de caraterísticas indicadoras de tal estado: apresentação de um aspeto homogéneo, semelhante a terra, cor castanha, cheiro a floresta. Para além das caraterísticas referidas anteriormente, podes ainda considerar que o composto está pronto a ser utilizado quando se verifica que após regares abundantemente este, passadas 48 horas a sua temperatura inicial não sofre qualquer alteração.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

SINALÉTICA DOS CANTEIROS DE ERVAS AROMÁTICAS


Os nossos canteiros de ervas aromáticas já estão de certa forma mais protegidos. Depois da fase de adubamento a que foram sujeitos e da sementeira em caixotes para posterior transplantação das novas plantas para os mesmos canteiros, espera-se que até ao final do ano letivo recuperem o vigor de anos anteriores, com pelo menos seis espécimes de plantas aromáticas cultivadas. Para isso é fundamental que os alunos não se desloquem ou permaneçam naquele espaço, tendo para tal sido elaborada, no Clube Eco, sinalética indicativa disso mesmo: é estritamente proibido brincar ou fazer o que quer que seja junto aos canteiros de ervas aromáticas.
Capisce?  
               

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

PRÉMIO VALORFITO


O Valorfito – sistema integrado de gestão de embalagens e resíduos em agricultura, criou recentemente os Prémios Valorfito, que visam reconhecer a atividade levada a cabo pelos Pontos de Retoma (PR`s) no que respeita à retoma dos resíduos das embalagens dos produtos fitofarmacêuticos.
Os Pontos de Retoma (PR’s) VALORFITO são elementos essenciais e determinantes para o funcionamento do sistema e exercem as suas funções de forma inteiramente gratuita. O desempenho dos Pontos de Retoma é determinante para o sucesso do sistema uma vez que lhes cabe a receção das embalagens vazias dos produtos fitofarmacêuticos, que por sua vez, são encaminhados para o Valorfito que, posteriormente, os direciona para as estações de tratamento, reciclagem e valorização energética.
Como forma se reconhecer publicamente a importância da actuação dos Pontos de Retoma, o Valorfito criou os Prémios Valorfito, uma iniciativa de periodicidade anual e cuja segunda edição reportará ao ano de 2013, que visa premiar e reconhecer publicamente o desempenho dos PR’s.
Os prémios Valorfito são anuais, devendo os elementos exigidos por cada prémio para candidatura ser enviados por correio eletrónico para premiovalorfito@sigeru.pt. Os resultados do Concurso serão divulgados até ao dia 31 de Março de 2013, num evento destinado ao efeito.
Mais informações aqui.

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

SEMANA BIO 2011

Entre 18 e 27 de Novembro próximo decorrerá a Semana Bio 2011, uma semana para conhecer, debater, mostrar, comparar e provar produtos da Agricultura Biológica.
A Semana Bio é organizada pela INTERBIO - Associação Interprofissional para a Agricultura Biológica, e englobará um conjunto diversificado de iniciativas que têm por objectivo essencial disponibilizar aos consumidores mais e melhor informação sobre os produtos biológicos: para que todos compreendam o que são os produtos biológicos, a enorme variedade destes produtos, como são produzidos, como são comercializados, como é o controlado o seu modo de produção, como distinguir um rótulo bio. A Semana Bio incluirá palestras, visitas a quintas e locais de produção, degustações, animações em lojas, mercados, grandes superfícies, restaurantes. Haverá também actividades com escolas e para o público em geral de Norte a Sul do País. Poderão aceder a informação adicional sobre a Semana Bio e sobre estas iniciativas em http://interbio.designetico.org.
Saliente-se que, enquadrada na Semana Bio, realizar-se-á no dia 18 de Novembro de 2011 a Conferência ''Política Nacional para a Agricultura Biológica - Para Quando?'', que decorrerá no auditório da Biblioteca Nacional, no Campo Grande em Lisboa. Este encontro está a ser organizado pela INTERBIO e contará, entre outros, com a participação dos professores Francisco Avillez, Nicolas Lampkin e Otto Schmid, especialistas em políticas agrícolas e/ou em Agricultura Biológica. Os interessados poderão aceder a informação adicional sobre a Conferência e à respectiva ficha de inscrição em http://interbio.designetico.org.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

ALUNOS DO CAMPANÁRIO SENSIBILIZADOS PARA AS VANTAGENS DA AGRICULTURA BIOLÓGICA

Decorreu ontem na sala de sessões da nossa escola uma ação de sensibilização subordinada ao tema “Introdução à Agricultura biológica”. Esta iniciativa, inserida no plano anual de atividades da coordenação do programa Eco-Escolas, registou uma adesão que superou as expetativas mais otimistas, verificando-se a participação de cerca de oitenta alunos e quase uma dezena de docentes, número que quase fez esgotar a capacidade de lotação da sala de sessões da escola.
Consulte aqui o artigo de divulgação do evento publicado no Diário de Notícias da Madeira.  

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO “INTRODUÇÃO À AGRICULTURA BIOLÓGICA”

Inserida no plano anual de atividades da coordenação do programa Eco-Escolas, decorrerá na sala de sessões da nossa escola, na quinta-feira dia 10 de Novembro, pelas 12h00, uma ação de sensibilização subordinada ao tema “Introdução à Agricultura Biológica”. Esta iniciativa, só possível graças à prestimosa colaboração de técnicos da Direção de Serviços de Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária Biológica, tem como principais objetivos dar a conhecer as diversas vantagens, para o ambiente e para a saúde, resultantes da prática da agricultura biológica, bem como sensibilizar para o acréscimo de sustentabilidade do setor agrícola decorrente da implementação de um método de cultivo “amigo do ambiente”.
Esta iniciativa está aberta a todos os elementos da comunidade escolar – alunos, docentes e funcionários – interessados nesta temática, sendo que os docentes que pretendam participar com uma ou mais turmas nesta iniciativa deverão confirmar antecipadamente tal situação junto do nosso coordenador Eco-Escolas.