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sexta-feira, 28 de junho de 2013

CLASSIFICAÇÃO FINAL CONCURSO "SUPER-ECO-RECOLETOR"

Terminado o ano letivo cumpre-nos divulgar a classificação final do concurso Super-Eco-Recoletor, campanha de recolha de pilhas, baterias de telemóvel, rolhas, tinteiros, toners e radiografias inutilizadas promovida pela coordenação do programa Eco-Escolas da nossa escola. Esta iniciativa tem por principal objetivo promover e sensibilizar para a recolha seletiva destes resíduos por forma a que os mesmos possam ser alvo de posterior valorização (reciclagem).
Lembramos que por cada pilha (independentemente do respetivo formato ou tamanho) bateria de telemóvel e rolha foi atribuída a bonificação de um ponto, sendo que, por cada tinteiro ou toner e radiografia, a pontuação atribuída foi de cinco pontos. Cumpre-nos informar que, no que diz respeito a pilhas, recolhemos este ano letivo, cerca de trinta e oito pilhões de cartão. Conforme é do conhecimento geral, o produto desta recolha destina-se à participação da nossa escola no concurso Pilhão vai à Escola, promovido pela Ecopilhas. Cerca de doze mil rolhas foram também arrecadas no âmbito desta campanha, estas encaminhadas diretamente para reciclagem através da Green Cork – Quercus.
Quanto a tinteiros, toners e radiografias, precisamente os resíduos aos quais são atribuídos maior pontuação, angariámos cerca de cinco mil tinteiros (precisamente 4962) e doze radiografias. Recorde-se que os tinteiros e toners estão a ser entregues à Fundação do Gil tendo por objetivo auxiliar aquela instituição no desenvolvimento e alargamento de projetos e atividades de solidariedade a crianças e jovens. As radiografias têm também por finalidade um cariz solidário, nomeadamente auxiliar a AMI na concretização dos nobres projetos desenvolvidos por aquela instituição.
A tabela classificativa final ficou então ordenada da seguinte forma:
  1. Jesus Mendes (7.º A) – 24297 pontos;
  2. Pedro Abreu (7.º A) – 19574 pontos;
  3. Leandro Nascimento (7.º A) – 19213 pontos;
  4. Carlota Ochôa (7.º B) – 10119 pontos;
  5. Francisco Pio (7.º A) – 1152 pontos;
  6. João Pedro Henriques (7.º B) – 165 pontos;
  7. Cristina Sousa (5.º A) – 57 pontos;
  8. Iúri Telo (7.º B) – 32 pontos;
  9. Óscar Jesus (7.º C) – 23 pontos;
  10. Paulo Ricardo (7.º B) – 5 pontos;
  11. José Tiago (7.º B) – 5 pontos.
Lembramos que existem prémios individuais para os três primeiros classificados, bem como um prémio de participação a atribuir a todos os participantes, prémios que serão entregues por altura da comemoração do nono aniversário da escola, em outubro deste ano.

 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CONCURSO LUBI BD


Trabalho apresentado pela nossa escola ao concurso Lubi BD, concurso de banda desenhada que versa sobre os óleos lubrificantes usados. O projeto foi desenvolvido pelas alunas Catarina Fernandes, Marina Sousa e Nathaly Faria, do 7.º A, no âmbito da disciplina de Português, em articulação com a disciplina de Ciências Naturais. Os alunos realizaram o trabalho de pesquisa e seleção de informação sob orientação do professor da disciplina de Ciências Naturais sendo que, a fase seguinte, criação das personagens e elaboração da história, decorreu já nas aulas de Português, sob orientação da respetiva docente. Depois de elaborada a história os alunos passaram à fase do desenho da banda desenhada, tendo optado pela técnica de pintura com lápis aguarela.
Clique sobre o livro para conhecer a história!


Publish at Calameo or read more publications.


PS: Pode ver todos os trabalhos apresentados a concurso aqui.

 

terça-feira, 28 de maio de 2013

GERAÇÃO DEPOSITRÃO - REEE UPCYCLING


O trabalho apresentado a concurso pela nossa escola nesta modalidade criativa, um suporte e saleiro pimenteiro, foi (é) um dos diversos trabalhos realizados pelos alunos de 7.º ano da nossa escola, no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica, lecionada pelo professor Carlos Magalhães.
A peça foi construída aglomerando vários CD (5), sobrepondo-os e ligando-os com dois parafusos criando uma base cilíndrica que, por sua vez, e com a extensão da ponta do parafuso, foram ligadas à base de um pequeno cilindro em madeira com a altura de aproximadamente 4 cm. O círculo da base do cilindro tem um raio de aproximadamente 3 cm. No topo deste pequeno cilindro de madeira foi colocado um novo aglomerado de CD (3) perfurados nos lados opostos, de forma simétrica, com a medida exata para encaixar os invólucros dos rolos de película fotográfica. A união dos CD ao topo do cilindro de madeira foi feita da mesma forma que a anterior. 
Para finalizar, faltava uma pega para transportar mais facilmente o suporte. Nesse sentido, foi cortado diametralmente um novo CD e um novo cilindro em madeira (com as bases com cerca de um centímetro de diâmetro e dois de altura. Posteriormente, encaixou-se, pelo meio, as duas metades do CD entre as duas metades do pequeno cilindro, perfuraram-se as quatro peças e unimo-las com parafuso e porca sobrando uma pequena porção do cilindro de madeira abaixo do corte que dividiu o CD. Esta pequena porção encaixou no orifício do aglomerado de 3 CD e foi colada ao cilindro de madeira que estabelece a ligação entre os dois aglomerados de CD.
De salientar que todos os materiais usados, excetuando a cola de madeira, foram recuperados e reaproveitados a partir de REEE. Parafusos de uma tostadeira elétrica, CD estragados, cilindros de  madeira de um pequeno candeeiro de mesa e rolos de película para máquina fotográfica reflex.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

GERAÇÃO DEPOSITRÃO – ATIVIDADE CRIATIVA “JOGO DE TABULEIRO”

Projeto desenvolvido no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica, em articulação com a disciplina de Educação Visual, sob coordenação dos professores Elisabete Andrade e João Sousa. Todos os alunos das (quatro) turmas de 5.º ano da escola realizaram trabalhos no âmbito deste projeto, sendo depois selecionados pelos respetivos docentes os "três melhores" para representarem a escola no concurso nacional.
O fundamento teórico do trabalho - o que são REEE - foi explorado nas aulas de Ciências Naturais pelos docentes das diferentes turmas, sendo depois a execução dos trabalhos realizada sob orientação dos docentes das disciplinas de Educação Tecnológica e de Educação Visual. Os trabalhos elaborados serão expostos e depois disponibilizados na sala "O Meu Ateliê" da nossa escola, para quem os quiser jogar e aprender um pouco mais sobre os REEE.
Trabalhos selecionados para apresentação ao concurso nacional:
Trabalho 1: Jogo da glória “O ciclo dos REEE”
Autora: Fátima Marina Sousa, 5.º D
Materiais utilizados: cartão de caixas de cereais, embalagens de sumos, lâmpada led de uma esferográfica, fios elétricos, tintas e papel de alumínio. Peças incluídas no jogo: tabuleiro, cartões de perguntas, peões (quatro personagens) e dado.   


Regulamento do jogo
Os peões deslocam-se nas “casas” que constituem o percurso, ao longo das quais o jogador será sujeito a questões relacionadas com os REEE. Se acertar, avança o número de casas que lhe sair no dado; ser errar, recua o mesmo número de casas. O objetivo do jogo é chegar ao final em primeiro, acendendo a lâmpada led.
 
Trabalho 2: Jogo da glória “A família Depositrão”  
Autora: Maria Fátima Pinto, 5.º D
Materiais utilizados: cartolina reutilizada, plástico autocolante, pilhas-botão, tinta, caixa de doces, canetas de feltro. Peças incluídas no jogo: tabuleiro, dados, peões (oito), cartas de pergunta e cartas de presente.


Regulamento do jogo
Os peões deslocam-se nas “casas” que constituem o percurso, ao longo das quais o jogador será sujeito a questões relacionadas com os REEE (casas de perguntas). O jogador retira uma das várias cartas de pergunta, às quais correspondem questões acerca dos REEE. Se acertar, avança o número de casas que lhe sair no dado, se errar, recua o mesmo número de casas.
Ao ”cair” numa casa com a caixa do tesouro, pode escolher roubar uma carta de presente de um adversário (sendo que a cada carta está associada uma categoria, cada qual valendo um determinado número de pontos) ou jogar o dado novamente. Se o jogador “cair” na casa da lama recua três casas; se cair na casa da caveira regressa à partida. Se um jogador “cair” 3 vezes na casa da caveira, é eliminado do jogo. 
O jogo termina quando o primeiro jogador chega à festa da família Depositrão.  

 
Trabalho 3: Jogo da escada “Descida vertiginosa”
Autor: Rodrigo Pereira, 5.º C
Materiais utilizados: placa de madeira, tampinhas de plástico, cartões de instruções. Peças incluídas no jogo: dois dados, tabuleiro e quatro peões.


Regulamento do jogo
O tabuleiro traz um percurso de 50 casas, atravessado por escadas (duas) e por diversas casas especiais, que determinam que o jogador possa avançar ou recuar no jogo: casa bomba (volta ao ponto de partida), casa trevo de quatro folhas (joga outra vez o dado), casa sol (o peão avança até à praia), casa praia (para os peões que calharam na casa sol), casa acidente (volta ao ponto de partida), casa jackpot (avança dez casas), casa smile (avança três casas), casa boleia (apanha boleia até à casa trinta e cinco) e casa STOP (fica sem jogar uma vez).
Os jogadores começam na parte superior do percurso e avançam jogando 1 ou 2 dados até chegarem à base. Se o peão cair na base de uma escada, corta caminho, descendo até à sua base.
O jogo termina quando o primeiro jogador chega à meta (número exato) depositando os REEE no Depositrão.   
 
 
A todos os alunos de 5.º ano que se empenharam ao máximo na realização destes trabalhos, ainda que não tenham sido selecionados para apresentação ao concurso nacional, deixamos os nossos sinceros agradecimentos pela vossa dedicação e criatividade.   

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ALUNOS DO CLUBE ECO CONFECIONAM TAPETES COM ROLHAS DE CORTIÇA


Tendo por finalidade o aproveitamento das muitas rolhas de cortiça que fomos recolhendo ao longo do ano letivo, no âmbito do concurso Super-Eco-Recoletor, os alunos do Clube Eco da nossa escola estão a levar a efeito a confeção de tapetes em cortiça. Com esta atividade pretende-se, mais uma vez, sensibilizar para o reaproveitamento / reutilização de resíduos, alguns dos quais podem ser utilizados no nosso quotidiano de forma prática e eficaz, como bem ilustra o exemplo da confeção de tapetes.
Os primeiros trabalhos realizados destinam-se à utilização na própria escola, admitindo-se porém que, futuramente, alguns dos artigos produzidos possam ser comercializados, tendo por objetivo a angariação de fundos para a aquisição de materiais consumíveis, indispensáveis ao funcionamento daquele clube de atividades de enriquecimento curricular.           

  

quarta-feira, 3 de abril de 2013

“DÊ UMA TAMPA À INDIFERENÇA” COM META DE 125 “TAMPÕES”


Dê uma tampa à indiferença é uma campanha de recolha de tampinhas de plástico que tem por objetivo fundamental aliar a vertente ambiental à solidariedade, reunindo o maior número possível daqueles resíduos, normalmente já sem utilização e cujo destino provável seria o lixo. Pretende-se com esta iniciativa sensibilizar para a necessidade de retirar estes resíduos da Natureza, dada a morosidade da sua degradação (a qual pode atingir os 500 anos!) e elevado grau de contaminação dos solos e reservatórios aquáticos, bem como promover a solidariedade em favor daqueles que mais precisam, já que cada um de nós, ao contribuir, está a ajudar a Delegação regional da Associação Portuguesa de Deficientes na aquisição de cadeiras de rodas ou de material ortopédico.
É bom recordar que no ano letivo transato atestamos cento e vinte e três “tampões”! (recipientes com a capacidade de 5 dm3), entregues no final de junho último à Delegação Regional da Associação Portuguesa de Deficientes, no âmbito desta campanha de recolha, desenvolvida o ano passado. E, este ano, obviamente não poderemos regredir daí que a meta para este ano foi fixada nos cento e vinte e cinco “tampões”. Contamos com a colaboração de todos e uma massiva adesão nesta reta final do ano letivo por parte de toda a comunidade escolar, por forma a alcançarmos (mais) este objetivo!
Traz as tuas tampinhas de garrafas, de garrafões de água, de sumos ou de iogurtes (que podem ser de qualquer cor, tamanho ou formato) e deposita-as nos diversos “tampões” disponíveis na escola (bar dos alunos, bar dos professores, etc.)
Contamos com a tua colaboração. Não dês “tampa” ao Ambiente e à Solidariedade. Dá
tampinhas!
 

sexta-feira, 15 de março de 2013

CONCURSO MISS E MISTER ECO-CAMPANÁRIO REVELOU TALENTOS


 
Realizou-se hoje no polidesportivo da nossa escola, inserido nas atividades de encerramento do 2.º período, o Concurso Miss e Mister Eco-Campanário 2012/2013. Esta iniciativa, promovida pelo Conselho da Comunidade Educativa, teve por objetivo envolver toda a comunidade escolar em torno de uma temática à qual a escola vem dedicando grande atenção, particularmente nos últimos quatro anos, o Ambiente.
Sugerida pelos alunos em Conselho de Delegados e Subdelegados de turma no início do ano letivo, esta atividade congregou os temas moda e ecologia, consistindo de vários desfiles: traje casual, traje desportivo, traje de gala e desfile com chapéu ecológico. Alunos, professores e demais elementos da comunidade escolar envidaram esforços na construção dos chapéus ecológicos e na escolha dos trajes e apresentar pelos jovens modelos, em representação das respetivas turmas, emprestando a sua criatividade a esta iniciativa que colheu significativa adesão por parte dos encarregados de educação. Os participantes foram sujeitos à apreciação de um júri composto por representantes do Conselho da Comunidade Educativa da Escola e representantes da Associação Pais e Encarregados de Educação das Escolas do Campanário, constituindo critérios de apuramento dos vencedores a originalidade dos trajes apresentados, postura nos diversos desfiles, criatividade na elaboração do chapéu ecológico e conhecimentos sobre ecologia. Nesse sentido, os conhecimentos dos “modelos” foram sujeitos a escrutínio, através da realização de várias questões no âmbito do programa Eco-Escolas, uma forma de disseminar aquela informação também junto de todos os presentes.
A encerrar a festa, e porque descontrair (também) é preciso, um Harlem Shake, iniciativa de um grupo de alunos de 9.º ano, com a colaboração da professora Paula Olim, presidente do Conselho da Comunidade Educativa da nossa escola.
A terminar, votos de boa Eco-Páscoa a todos!
 



quinta-feira, 7 de março de 2013

SIM, NO DIA DA MÃE O CORAÇÃO É AMARELO



Dia 5 de Maio é, como sabemos, o dia da mãe. Por isso, a Tetra Pak tem um desafio para ti e para a tua Eco-Escola: criar um coração com embalagens Tetra Pak, predominantemente amarelo, para assim demonstrares o teu amor pela tua mãe e pela natureza. Deste modo, emprestando a nossa criatividade à reutilização de embalagens Tetra Pack, contribuiremos para passar a mensagem acerca da deposição deste tipo de embalagens no ecoponto amarelo, homenageando desta forma a mãe natureza. A escola que apresentar o coração mais original receberá um prémio para se tornar ainda mais ecológica. Brevemente disponibilizaremos mais informação. Fala com os teus professores que, aposto, também vão adorar esta ideia. O coração tem que estar pronto até ao dia 25 de Abril para que no dia da mãe sejam divulgados os corações premiados.
Participa! Aproveita as férias da Páscoa para recolher as embalagens!

sexta-feira, 1 de março de 2013

CLASSIFICAÇÃO "SUPER-ECO-RECOLETOR" (ATUALIZADA A 01 DE MARÇO)

No âmbito do concurso Super-Eco-Recoletor, campanha de recolha de pilhas, baterias de telemóvel, rolhas, tinteiros, toners e radiografias inutilizadas, ação promovida pela coordenação Eco-Escolas, cumpre-nos informar que, no que diz respeito a pilhas, recolhemos já, este ano letivo, cerca de trinta pilhões de cartão. Conforme é do conhecimento geral, o produto desta recolha destina-se à participação da nossa escola no concurso Pilhão vai à Escola, promovido pela Ecopilhas. Cerca de dez mil rolhas foram também já arrecadas no âmbito desta campanha. 
Quanto a tinteiros, toners e radiografias, precisamente os resíduos aos quais são atribuídos maior pontuação (5 pontos por unidade), angariámos já cerca de três mil tinteiros e… zero radiografias. Recorde-se que os tinteiros e toners estão a ser entregues à Fundação do Gil tendo por objetivo auxiliar aquela instituição no desenvolvimento e alargamento de projetos e atividades de solidariedade a crianças e jovens. As radiografias, que por qualquer razão estranha ainda não nos chegaram (todos temos em casa radiografias com mais de 5 anos e que não possuem já qualquer utilidade!), têm também por finalidade um cariz solidário, nomeadamente auxiliar a AMI na concretização dos nobres projetos desenvolvidos por aquela instituição.
A tabela classificativa está então ordenada da seguinte forma:
  1. Pedro Abreu (7.º A) – 19574 pontos;
  2. Leandro Nascimento (7.º A) – 11137 pontos;
  3. Jesus Mendes (7.º A) – 10653 pontos;
  4. Carlota Ochôa (7.º B) – 9892 pontos;
  5. Francisco Pio (7.º A) – 1152 pontos;
  6. João Pedro Henriques (7.º B) – 165 pontos;
  7. Cristina Sousa (5.º A) – 44 pontos;
  8. Iúri Telo (7.º B) – 32 pontos;
  9. Óscar Jesus (7.º C) – 23 pontos;
  10. Paulo Ricardo (7.º B) – 5 pontos;
  11. José Tiago (7.º B) – 5 pontos.
Se ainda não contribuíste para esta iniciativa ainda vais muito a tempo de o fazer já que, este ano, a grande novidade é a atribuição de prémios, para além dos três primeiros classificados, a todos os participantes!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MONITORIZAÇÃO DO COMPOSTOR



A reciclagem de resíduos vegetais, submetidos ao calor intenso da oxidação e ao metabolismo dos microrganismos durante alguns meses, designa-se compostagem. É possível obter um bom adubo orgânico recorrendo à reciclagem dos resíduos orgânicos produzidos pela escola na cantina e / ou zonas verdes. Esta fertilização orgânica constitui sem dúvida a mais indicada para uma horta biológica, visto ser isenta de qualquer resíduo de síntese química. Consiste no ato de adicionar ao solo um suplemento de nutrientes para repor aqueles que as plantas já gastaram numa cultura anterior ou para aumentar o seu rápido crescimento.
Como resultado do processo de compostagem obtém-se uma substância homogénea, de cor castanha, aspeto de terra e com um odor agradável a floresta, a qual se designa composto. O composto final fornece ao solo os nutrientes já em formas facilmente assimiláveis pelas plantas, para além de estimular e alimentar grande diversidade de organismos e microrganismos que, mais tarde, quer mortos ou vivos, alimentam e beneficiam de outro modo as plantas.
O processo de compostagem mais indicado para o caso de uma horta escolar, é o tipo de compostagem em pequena escala, a compostagem doméstica, que é feita em pequenos recipientes e que não exige grande quantidade de resíduos orgânicos.
O compostor funciona como um pequeno “armazém” de matéria orgânica que por estar confinada a um espaço reduzido, constitui um local ótimo de desenvolvimento de uma grande quantidade e variedade de microrganismos e outros seres vivos que ali vão desenvolver a sua atividade, contribuindo para a transformação dos diferentes materiais orgânicos numa matéria homogénea – o húmus ou composto.
Para produzires o teu próprio composto segue as seguintes instruções:
  1. Instalação do compostor – instala o compostor sobre o solo nu, debaixo de uma árvore de folha caduca, por forma a evitar temperaturas elevadas durante os meses mais quentes ou temperaturas demasiado baixas durante os meses mais frios. Este deve ainda ser, sempre que possível, instalado perto da horta, num local do pátio da escola onde não haja o perigo de atos de vandalismo.
  2. Materiais para o compostor – para que este processo decorra de forma correta e rápida é importante procederes à colocação dos materiais no compostor em várias camadas, intercalando materiais secos (folhas e ramos) com materiais húmidos (resíduos verdes).
  3. Fatores a controlar no processo de compostagem – um dos fatores a ter em conta no processo de compostagem é a temperatura. Deves efetuar medições de temperatura periodicamente, por forma a verificar se a sua variação ao longo do processo produz uma curva de temperaturas que se carateriza por uma rápida subida até valores de aproximadamente 70 º C, seguida de um decréscimo. Este controle deve ser reforçado nos meses em que a temperatura é mais baixa. Outro fator a ter em conta é a humidade. Deves regar os materiais colocados dentro do compostor sempre que verifiques que estes apresentam aspeto seco. No entanto, deves evitar a rega excessiva pois a humidade em excesso é responsável pela libertação de odores desagradáveis. Para verificar se a nossa pilha de composto tem o teor de humidade adequado pode proceder-se a um pequeno teste empírico que consiste basicamente em apertar na mão uma pequena porção de composto. Caso a água contida neste escoar, sob a forma de gotas, podemos considerar que o composto possui o teor de humidade adequado; se escoar em fio, tem uma humidade excessiva. O último fator a ter em conta no processo de compostagem é o teor de ar presente na pilha de composto. Dado que este processo decorre fundamentalmente em meio aeróbio, deves revolver periodicamente a pilha do composto com o auxílio de uma forqueta de arejamento, incorporando o ar necessário à execução do processo e evitando a existência de cheiros desagradáveis.               
  4. O composto está pronto – após 4 a 12 meses do início deste processo tens um composto razoavelmente maduro, podendo constatar-se tal situação pela observação de um conjunto de caraterísticas indicadoras de tal estado: apresentação de um aspeto homogéneo, semelhante a terra, cor castanha, cheiro a floresta. Para além das caraterísticas referidas anteriormente, podes ainda considerar que o composto está pronto a ser utilizado quando se verifica que após regares abundantemente este, passadas 48 horas a sua temperatura inicial não sofre qualquer alteração.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

RECUPERAÇÃO DO SOFÁ CONSTRUÍDO COM GARRAFAS PET

 
Após dois anos de utilização contínua e ininterrupta - diríamos mesmo que este foi um dos assentos mais utilizados na nossa escola nos últimos dois anos - o nosso sofá, construído com garrafas PET há dois anos por um grupo de alunos do 8.º A, no âmbito da extinta Área de Projeto, estava já a precisar de uma recuperação. Foi o que fizeram agora os alunos do Clube Eco, imprimindo à obra dos seus colegas (alguns dos quais já não frequentam a nossa escola) uma nova vida, preservando porém todo o traço original. Porque recuperar é preciso!
  
  


 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

DOAR TINTEIROS: REDESCOBRINDO O PRAZER DE DAR



Neste momento, e salvo decisão em contrário do Conselho Eco-Escola, que reunirá brevemente, todos os toners e tinteiros que a nossa escola vem angariando desde há quatro anos a esta parte têm sido entregues – e bem, ressalve-se – à Fundação do Gil, no âmbito de uma campanha de recolha de tinteiros e toners usados que vem sendo promovida por aquela instituição desde 2004. Esta campanha constitui uma forma de angariação de fundos para o desenvolvimento e alargamento dos projetos e atividades da Fundação do Gil, com o intuito de que, com a ajuda de entidades aderentes como a nossa escola, aquela Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) possa atingir mais facilmente os seus objetivos (mais informações aqui).
No entanto, todos sabemos, o momento atual é de extremas dificuldades para várias instituições de cariz social que, tal qual a Fundação do Gil, vêm desenvolvendo projetos de indiscutível mérito solidário junto de público-alvo diverso mas igualmente desfavorecido, casos da “AMI -Assistência Médica internacional”, dasAldeias de Crianças SOS”, da “ANEM - Associação Nacional de Esclerose Múltipla”, da “APAV - Associação Portuguesa de Apoio à Vítima” ou da “APH - Associação Portuguesa Hemofilia”.
Assim, na perspetiva de que todas estas IPSS’s desenvolvem um nobre e importante trabalho de cariz solidário junto daqueles que mais precisam, julgamos que a melhor decisão, face às diversas solicitações que vimos recebendo, seria apoiar todos e cada um de forma proporcional, repartindo o produto da nossa campanha por todos, já que, como bem sabemos, todas estas instituições precisam da nossa ajuda para manterem a sua atividade. Sugerimos assim uma “espreitadela” à página web do projeto “Doar Tinteiros”, aqui.
Na próxima reunião do Conselho Eco-Escolas veremos então qual será o encaminhamento a adotar para o produto da nossa campanha.   
    

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

"VELAS POR ÓLEO" ARRANCA EM MARÇO NA NOSSA ESCOLA

Uma pequena máquina permite reutilizar o óleo alimentar usado aplicando-o na realização de velas mais sustentáveis. Com a ajuda de uma pastilha, a máquina – oferta às escolas inscritas – transforma óleo numa bonita vela decorativa de cheiro, que, quando em combustão, tem uma emissão praticamente neutra de dióxido de carbono (ao contrário do que sucede com uma vela normal, que usa parafina). Estas velas ao não utilizarem parafina na sua constituição, permitem que poupemos o ambiente pois as emissões de dióxido de carbono para a atmosfera serão menores.
Um dos grandes problemas atuais deve-se ao facto de muitas pessoas, não quererem ter o trabalho de transportar as garrafas de óleo usado até aos pontos de recolha, despejando este produto no sistema de esgotos que por sua vez irá contaminar milhões de litros de água.
Outra grande vantagem deste produto é o facto de podermos reutilizar este óleo usado na confeção de alguns alimentos, evitando que as pessoas o despejem no ralo do lava-louça.
A nossa escola já está inscrita no projeto faltando-nos de momento “apenas”angariar verba para o investimento inicial. É que as pastilhas, que dão cor e cheiro perfumado, compram-se cada uma a 1,40 € +IVA (dá para 7 velas cada uma) num pacote com o mínimo de cem. Assista ao vídeo demonstrativo do processo.
 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

CLASSIFICAÇÃO "SUPER-ECO-RECOLETOR" (ATUALIZADA A 28 DE JANEIRO)


No âmbito do concurso Super-Eco-Recoletor, campanha de recolha de pilhas, baterias de telemóvel, rolhas, tinteiros, toners e radiografias inutilizadas, ação promovida pela coordenação Eco-Escolas, cumpre-nos informar que, no que diz respeito a pilhas, recolhemos já, este ano letivo, cerca de dez pilhões de cartão. Conforme é do conhecimento geral, o produto desta recolha destina-se à participação da nossa escola no concurso Pilhão vai à Escola, promovido pela Ecopilhas. Cerca de duas mil rolhas foram também já arrecadas no âmbito desta campanha.    
Quanto a tinteiros, toners e radiografias, precisamente os resíduos aos quais são atribuídos maior pontuação (5 pontos por unidade), é que as recolhas têm defraudado as expetativas, com apenas vinte tinteiros e… zero radiografias. Recorde-se que os tinteiros e toners estão a ser entregues à Fundação do Gil tendo por objetivo auxiliar aquela instituição no desenvolvimento e alargamento de projetos e atividades de solidariedade a crianças e jovens. As radiografias, que por qualquer razão estranha ainda não nos chegaram (todos temos em casa radiografias com mais de 5 anos e que não possuem já qualquer utilidade!), têm também por finalidade um cariz solidário, nomeadamente auxiliar a AMI na concretização dos nobres projetos daquela instituição.
A tabela classificativa está então ordenada da seguinte forma:
  • Jesus Mendes (7.º A) – 4514 pontos;
  • Leandro Nascimento (7.º A) – 3851 pontos;
  • Pedro Abreu (7.º A) – 2688 pontos;
  • Carlota Ochôa (7.º B) – 2314 pontos;
  • Francisco Pio (7.º A) – 446 pontos;
  • João Pedro Henriques (7.º B) – 165 pontos;
  • Cristina Sousa (5.º A) – 44 pontos;
  • Iúri Telo (7.º B) – 32 pontos.
Se ainda não contribuíste para esta iniciativa ainda vais muito a tempo de o fazer já que, este ano, a grande novidade é a atribuição de prémios, para além dos três primeiros classificados, a todos os participantes!

 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PROJETO VELA POR ÓLEO


Sabia que um litro de óleo contamina um milhão de litros de água? O projeto Vela por Óleo pretende contribuir para uma valorização e consciencialização do grave problema que é o desperdício do óleo alimentar, derramado no meio ambiente e que tem como consequência elevados custos ambientais: destruição de fauna e flora, poluição dos filtros e obstrução das Estações de Tratamento, contaminação das águas e dos solos onerando a manutenção e reparação da rede de esgotos, etc. É por isto que colocamos à sua disposição este projeto, 100% nacional, para que, através dele, possa contribuir para a educação e desenvolvimento da consciência ambiental, podendo ainda obter auxílio em projetos que queira desenvolver dinamizando a produção de velas ecológicas. A finalidade mor deste projeto consiste na sensibilização da comunidade escolar e a população em geral para os prejuízos causados pelos desperdícios de óleo alimentar usados no meio ambiente e valorizar a importância do seu reaproveitamento ou reciclagem.
Envolver a comunidade escolar na recolha e reciclagem do óleo alimentar usado (ÓAU) através de produção de velas decorativas e perfumadas, cuja matéria base é o óleo alimentar usado, com o auxílio de um processo mecânico (máquina + pastilha) é o objetivo deste projeto.
Modo geral de realização: o ÓAU é entregue na escola ou recolhido junto de outras instituições; parte deste é recolhido por uma empresa; a outra parte é usada para a produção de velas; são usadas as pastilhas e a máquina (cedida gratuitamente às escolas); as velas produzidas serão colocadas para venda ou outro fim que a entidade gestora entenda ser o mais indicado.
Mais informações aqui.