sexta-feira, 19 de julho de 2013

"ENERGIAS RENOVÁVEIS NA RAM" OBTÉM O 3.º LUGAR NO CONCURSO ECO-REPÓRTER DA ENERGIA

Foram hoje divulgados os trabalhos premiados entre os cinquenta e dois apresentados ao concurso Eco-Repórter da Energia, concurso de âmbito nacional promovido pela ABAE. A nossa escola fez-se representar neste projeto com dois trabalhos: Energias Renováveis na RAM, trabalho desenvolvido pela discente Natalina Camacho, do 8.º B, e Eletricidade na Madeira – presente, passado e futuro, trabalho desenvolvido pelos discentes Dina Gonçalves, Joana Reis, João Pedro Sousa, Luísa Abreu e Solange Gonçalves, todos do 9.º C.
Dos dois trabalhos apresentados pela nossa escola a concurso, o júri nacional – constituído por representantes da Fundação EDP, ABAE, Agência Portuguesa do Ambiente, Direção Geral de Educação, Agência para a Energia, Laboratório Nacional de Energia e Geologia, Jornal Público e Revista Visão – distinguiu o trabalho elaborado pela nossa aluna Natalina Camacho com o 3.º lugar do escalão 1 (alunos até aos 15 anos), o que constitui para nós motivo de natural orgulho e satisfação. Parabéns à Natalina e aos demais alunos que não foram premiados, pelo facto de terem participado em representação da nossa escola.
Se ainda não viu a reportagem premiada, tem agora a oportunidade de o fazer!  
 

CONSELHO ECO-ESCOLA APROVA PROPOSTA DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA AO 4.º GALARDÃO BANDEIRA VERDE

Realizou-se hoje a última reunião do Conselho Eco-Escola no corrente ano letivo. Apreciado e avaliado o cumprimento do Plano de Ação proposto no início do ano letivo, os membros daquele órgão constataram que das 62 atividades propostas no Plano de Ação inicialmente apresentado, foram concretizadas 44, tendo sido realizadas 8 inicialmente não previstas, o que corresponde a um índice de concretização de 84 % do Plano de Ação.
Reunidos os requisitos para apresentação da candidatura ao galardão Bandeira Verde: abordagem dos temas obrigatórios (Água, Resíduos e Energia) e ainda aos temas Espaços Exteriores, Biodiversidade, Agricultura Biológica, Floresta, Mar, Mobilidade/transportes, Alterações Climáticas e Ruído; cumprimento da metodologia dos “sete passos”: constituição e reunião do Conselho Eco-Escola, realização da Auditoria Ambiental, elaboração e aplicação de um Plano de Ação, monitorização / avaliação das atividades, realização de trabalho curricular, divulgação à comunidade e elaboração do Eco-Código; e cumprimento de pelo menos 2/3 do Plano de Ação, os conselheiros Eco-Escola foram unânimes na decisão da apresentação da candidatura ao quarto galardão Bandeira Verde.
Apesar de infelizmente não termos fotos de todas as atividades desenvolvidas, aqui fica um curto resumo daquilo que foi o nosso programa Eco-Escolas deste ano.  
 
 

domingo, 30 de junho de 2013

HASTEAR DA BANDEIRA VERDE NA EB 23 CÓNEGO JOÃO J.G. ANDRADE


Terminou na sexta-feira a semana Eco-Escolas, promovida pela EB 23 Cónego João J.G. Andrade, este ano letivo. A abrir esta semana dedicada à Ecologia, decorreu na segunda-feira, na parte da manhã, a conferência “Alterações climáticas na RAM”, ministrada por Hélder Spínola, docente e investigador do Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira.
Nesse mesmo dia, mas no turno da tarde, teve lugar outra atividade, desta vez centrada no tema “Floresta e boas práticas”, uma ação de sensibilização para os cuidados a ter com e na floresta, ministrada por Sónia Carvalho, técnica superior da Direção Regional de Florestas e Conservação da Natureza.
Na terça-feira o programa incluiu uma saída de campo à Fajã dos Padres, onde um grupo de vinte alunos e três professores tiveram oportunidade de visitar as diversas culturas ali existentes, fruto das peculiares condições climatéricas que caraterizam aquela parcela de terreno da freguesia. A particularidade de toda a produção ali realizada ser de origem biológica, constituiu o principal motivo que levou alunos e professores da EB 23 do Campanário àquele espaço, na medida em que a principal finalidade desta ação foi a colaboração ao combate biológico ao gorgulho da bananeira, designadamente na recolha dos insetos encontrados nas armadilhas previamente dispostas nos bananais ali cultivados. Enquanto alguns alunos recolhiam a praga das bananeiras, outros colaboravam de igual modo na limpeza de alguns detritos orgânicos – nomeadamente madeiras e ramagens – transportados pela ondulação marítima até à praia daquela fajã durante o inverno.
Quarta-feira, dada a realização dos exames nacionais de Matemática de 2.º e 3.º ciclos, foi dia de “pausa ecológica”, visto que a realização daquelas provas envolveu a quase totalidade dos professores da escola. Já na quinta-feira, as atividades da semana Eco-Escolas foram retomadas com a ação de sensibilização subordinada ao tema “Os Recursos Hídricos da RAM”, cujo preletor convidado foi Paulo Jervis, da Investimentos e Gestão da Água, SA. Seguiu-se depois a realização de análises a alguns parâmetros físico-químicos e bacteriológicos da água da escola, recolhida in situ, atividade que contou com a colaboração do Laboratório Regional de Controlo da Qualidade da Água (LQA), através de Cristiano Sousa, técnico daquele laboratório.
Na sexta-feira, último dia da semana Eco-Escolas, realizou-se pela manhã uma Gincana Eco-Jogos, dando-se depois o encerramento desta semana dedicada à Ecologia com o hastear da Bandeira Verde, galardão que premeia as escolas que se distinguem pelas boas práticas ambientais desenvolvidas. No cerimonial do hastear da Bandeira Verde estiveram presentes o Diretor Regional do Ambiente, o vereador da Câmara Municipal da Ribeira Brava com o pelouro do Ambiente e o Presidente da Associação de Encarregados de Educação das escolas do Campanário, para além das centenas de alunos, professores e encarregados de educação que marcaram presença nesta cerimónia simbólica mas com muito significado, nomeadamente a responsabilidade acrescida de no ano seguinte se fazer mais e melhor.
A opção pela realização da cerimónia de hastear da Bandeira Verde no último dia de aulas deveu-se tão-somente ao facto de se considerar esta cerimónia uma oportunidade para a descontração e convívio no último dia do ano letivo, fechando com “chave de ouro” a semana Eco-Escolas, naquele que foi para todos os elementos da comunidade desta escola mais um dia de trabalho como tantos outros, visto que a escola optou este ano pela não realização de festividades de encerramento do ano letivo que implicassem dispensa da atividade letiva dos alunos.
 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

CLASSIFICAÇÃO FINAL CONCURSO "SUPER-ECO-RECOLETOR"

Terminado o ano letivo cumpre-nos divulgar a classificação final do concurso Super-Eco-Recoletor, campanha de recolha de pilhas, baterias de telemóvel, rolhas, tinteiros, toners e radiografias inutilizadas promovida pela coordenação do programa Eco-Escolas da nossa escola. Esta iniciativa tem por principal objetivo promover e sensibilizar para a recolha seletiva destes resíduos por forma a que os mesmos possam ser alvo de posterior valorização (reciclagem).
Lembramos que por cada pilha (independentemente do respetivo formato ou tamanho) bateria de telemóvel e rolha foi atribuída a bonificação de um ponto, sendo que, por cada tinteiro ou toner e radiografia, a pontuação atribuída foi de cinco pontos. Cumpre-nos informar que, no que diz respeito a pilhas, recolhemos este ano letivo, cerca de trinta e oito pilhões de cartão. Conforme é do conhecimento geral, o produto desta recolha destina-se à participação da nossa escola no concurso Pilhão vai à Escola, promovido pela Ecopilhas. Cerca de doze mil rolhas foram também arrecadas no âmbito desta campanha, estas encaminhadas diretamente para reciclagem através da Green Cork – Quercus.
Quanto a tinteiros, toners e radiografias, precisamente os resíduos aos quais são atribuídos maior pontuação, angariámos cerca de cinco mil tinteiros (precisamente 4962) e doze radiografias. Recorde-se que os tinteiros e toners estão a ser entregues à Fundação do Gil tendo por objetivo auxiliar aquela instituição no desenvolvimento e alargamento de projetos e atividades de solidariedade a crianças e jovens. As radiografias têm também por finalidade um cariz solidário, nomeadamente auxiliar a AMI na concretização dos nobres projetos desenvolvidos por aquela instituição.
A tabela classificativa final ficou então ordenada da seguinte forma:
  1. Jesus Mendes (7.º A) – 24297 pontos;
  2. Pedro Abreu (7.º A) – 19574 pontos;
  3. Leandro Nascimento (7.º A) – 19213 pontos;
  4. Carlota Ochôa (7.º B) – 10119 pontos;
  5. Francisco Pio (7.º A) – 1152 pontos;
  6. João Pedro Henriques (7.º B) – 165 pontos;
  7. Cristina Sousa (5.º A) – 57 pontos;
  8. Iúri Telo (7.º B) – 32 pontos;
  9. Óscar Jesus (7.º C) – 23 pontos;
  10. Paulo Ricardo (7.º B) – 5 pontos;
  11. José Tiago (7.º B) – 5 pontos.
Lembramos que existem prémios individuais para os três primeiros classificados, bem como um prémio de participação a atribuir a todos os participantes, prémios que serão entregues por altura da comemoração do nono aniversário da escola, em outubro deste ano.

 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

ÁGUA DA ESCOLA CLASSIFICADA COMO DE QUALIDADE EXCELENTE


Realizou-se esta quinta-feira, no Auditório da nossa escola, uma ação de sensibilização subordinada ao tema “Os Recursos Hídricos da RAM”, cujo preletor convidado foi o Eng.º Paulo Jervis, da Investimentos e Gestão da Água, SA. Numa sala a “rebentar pelas costuras”, conforme bem documentam as imagens, o orador começou por traçar uma retrospetiva histórica dos recursos hídricos na Região, referindo quais as principais fontes de água potável que abastecem a Madeira, realçando, nesse particular, a importância da nossa floresta. O orador abordou depois os cuidados que todos devemos ter com este recurso frágil e vital, quer em contexto escolar quer doméstico, desmistificando a ideia de que a água potável é um recurso inesgotável na Madeira, dando como exemplo as dificuldades de abastecimento verificadas no verão de 2010, decorrentes dos incêndios florestais que fustigaram a ilha no mês de agosto daquele ano. Nesse sentido, alertou para a responsabilidade individual de todos e cada um de nós na gestão racional e sustentável da água, interagindo com a plateia acerca de pequenos gestos do quotidiano que podem fazer (e fazem) a diferença neste particular.
Também no mesmo dia, e na sequência da ação anterior, foram realizadas análises a alguns parâmetros físico-químicos e bacteriológicos da água da escola, recolhida in situ, atividade que só foi possível concretizar devido à presença do Dr. Cristiano Sousa, técnico do laboratório Regional de Controlo da Qualidade da Água (LQA). Assim, alunos, professores e demais elementos da comunidade escolar presentes ficaram a saber, após realização dos referidos testes, que a água da escola apresenta excelente qualidade para consumo, sendo a presença de cloro – um dos fatores mais dissuasores das pessoas ao consumo potável de água da rede – de apenas 0,35 ppm, muito abaixo do valor mínimo de referência para ser considerada uma água “aceitável”, que é de 1 ppm daquele elemento químico. Deste modo, aquele técnico do LQA recomendou vivamente o consumo de água potável da escola e da rede de abastecimento público em geral em detrimento das águas engarrafadas, muitas das quais armazenadas em locais sem quaisquer condições, sujeitas à exposição solar e a temperaturas relativamente elevadas. Lembrou quer sendo o plástico das garrafas PET um polímero poroso, a sua degradação em condições como as referidas anteriormente acabará inevitavelmente por contaminar a água engarrafada, finalizando com um conselho: ao abrir uma garrafa de água devemos cheirar sempre o seu interior antes de ingerir a água já que, lembrou, a água potável tem de se apresentar sempre inodora.   

Consulte os artigos publicados acerca desta atividade no Diário de Notícias da Madeira e no Jornal da Madeira.          

 

terça-feira, 25 de junho de 2013

SAÍDA DE CAMPO À FAJÃ DOS PADRES

Vinte alunos e três professores participaram hoje numa saída de campo, realizada no âmbito da semana Eco-Escolas, evocada por aquele estabelecimento de ensino entre 24 e 28 de junho à Fajã dos Padres, uma fajã detrítica que se situa na base do segundo cabo mais alto do mundo: o Cabo Girão.
Esta atividade, que decorreu no turno da manhã, teve início com a “viagem de batismo” da maioria dos participantes no moderno elevador de vidro, um percurso com cerca de 350 metros de altura e duração aproximada de quatro minutos, durante o qual puderam desfrutar das incríveis vistas sobre o mar e sobre as montanhas a montante.
Chegados a este autêntico paraíso situado na freguesia do Campanário, alunos e professores tiveram oportunidade de visitar as diversas culturas ali existentes, fruto das peculiares condições climatéricas que caraterizam aquela parcela de terreno da freguesia, designadamente de papaia, mango, abacate, banana, vinho e outras frutas exóticas como a goiaba e o maracujá. De referir que desde há uns anos a esta parte toda a produção ali realizada é de origem biológica, uma das razões que levou alunos e professores da EB 23 do Campanário àquele espaço, na medida em que um dos objetivos desta iniciativa consistiu na colaboração ao combate biológico ao gorgulho da bananeira, designadamente na recolha dos insetos encontrados nas armadilhas previamente dispostas nos bananais ali cultivados. Alguns alunos colaboraram de igual modo na limpeza de alguns detritos orgânicos (madeiras e ramagens) transportados pela ondulação marítima durante o inverno. E porque não só de trabalho vive o homem, alunos e professores concluíram esta atividade desfrutando, ainda que por breves momentos, das excelentes condições ali existentes para fazer praia, nomeadamente de uma água extremamente límpida e de temperatura amena.

 

TEMOS QUE SABER RECUAR E PREVENIR

Nesta guerra de combate aos efeitos das alterações climáticas aqui na Madeira, nós temos que saber recuar nalguns aspetos e, noutros casos, saber prevenir”. O conselho é de Hélder Spínola, docente e investigador do Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira, que ontem de manhã foi orador numa conferência sobre ‘Alterações Climáticas na RAM’, realizada na Escola Básica do 2º e 3º Ciclos Cónego João Jacinto Gonçalves de Andrade, em Campanário.
Na escola onde o presidente do conselho executivo é o candidato a presidente da Câmara da Ribeira Brava pelo PSD, o também deputado do PND sensibilizou os alunos do 7º e 8º anos para “a guerra que temos que travar” para minorar e prevenir as consequências do clima. Neste particular, Hélder Spínola contraria a máxima de que ‘a melhor defesa é o ataque’, alertando que nalgumas situações “a melhor defesa é mesmo retirar”. Caso das construções junto das ribeiras e em cima da orla costeira. Nestes casos importa “bater em retirada”. “Não temos outro remédio, senão recuar e libertar os espaços que são leito das ribeiras e outros que fazem parte do mar”, adiantou.
Fonte: Diário de Notícias da Madeira
Consulte a notícia no site do DN, aqui.
 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

O NOSSO PÓSTER ECO-CÓDIGO 2012/2013

O Eco-Código – um dos sete passos da conhecida metodologia do programa Eco-Escolas – constitui uma espécie de declaração de objetivos, um conjunto de "mandamentos" que deverão ser traduzidos em ações concretas a adotar por toda a comunidade escolar. Esta "declaração de objetivos" deve abarcar as temáticas da água, resíduos, energia, biodiversidade e alterações climáticas, entre outras como a floresta, transportes, mar ou agricultura biológica.
A existência de um Eco-Código, obrigatório para todas as escolas que participam no programa Eco-Escolas, não obriga porém à elaboração de um póster / cartaz Eco-Código, esse sim de caráter facultativo. No entanto, a maior parte das escolas inscritas no programa optam por esta estratégia de divulgação do seu Eco-Código, já que a associação de imagens permite uma melhor difusão da mensagem subjacente ao Eco-Código.
O nosso póster Eco-Código 2012/2013, elaborado pelos alunos do Clube Eco da nossa escola, tem por título “Alma Mater”, pretendendo desta forma constituir uma homenagem à “mãe Terra”, que trata e cuida dos que nela vivem mas que, infelizmente, não tem recebido o mesmo tratamento de reciprocidade por parte da nossa espécie. Pretendemos desta forma, conjuntamente com os dez lemas que constituem o nosso Eco-Código, alertar / sensibilizar para as “feridas” do nosso planeta, transmitindo ao mesmo tempo uma mensagem de esperança de que, todos juntos, podemos ainda salvar a “mãe Terra”.
Relembramos então os “dez mandamentos” do nosso Eco-Código:
  • Se a bandeira verde a nossa escola quer ostentar, o Eco-Código temos todos de acatar!
  • Para energia poupar vamos sempre que possível a luz natural usar!
  • Poupar água no nosso dia-a-dia pode parecer hoje insignificante mas certamente fará a diferença num futuro não distante!
  • Se mais árvores queremos preservar, a frente e o verso do papel vamos utilizar e assim menos gastar!
  • Da floresta temos de cuidar, como da casa onde habitamos, porque as plantas é que nos fornecem o ar que respiramos.
  • Para na escola o lixo podermos separar ecopontos construímos, mas tal só será possível se todos nós contribuirmos!
  • Eis uma situação que me gera enorme interrogação: Porquê deixar as luzes ligadas se as salas estão desocupadas?
  • O clima está a mudar devido ao aumento da poluição; mas todos juntos podemos inverter este cenário mostrando a nossa reação!
  • Todos os seres vivos fazem parte da Natureza, por isso respeita-os e preserva-os porque biodiversidade nada tem a ver com beleza!
  • Devido ao efeito de estufa o planeta está aquecer. Colabora, não poluas para que as futuras gerações aqui também possam viver!


sexta-feira, 14 de junho de 2013

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E FLORESTA SERÃO OBJETO DE PALESTRA E AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO

Decorrerão na próxima segunda-feira, dia 24 de junho, inseridas na semana Eco-Escola este ano promovida pela nossa escola, na parte da manhã (10h00) uma conferência subordinada ao tema “Alterações climáticas na RAM”, da qual será orador convidado o Prof Dr. Hélder Spínola, docente e investigador do Centro de Ciências da Vida da Universidade da Madeira, e, na parte da tarde do mesmo dia, pelas 15h00, também no anfiteatro da nossa escola uma ação de sensibilização sobre a temática da “Floresta e boas práticas”, ministrada pela Dr.ª Sónia Carvalho, técnica superior da Direção Regional de Florestas e Conservação da Natureza. A qualidade científica e pedagógica dos preletores convidados dispensa quaisquer apresentações pelo que, consideramos, estão reunidas todas as condições para que o êxito destas iniciativas venha a ser uma realidade.
A todos os alunos de 9.º e 8.º ano que, pelo facto de não terem componente letiva nos referidos horários / data, a coordenação Eco-Escolas atribuirá um prémio de participação: uma esferográfica-lanterna!      


quarta-feira, 5 de junho de 2013

ELETRICIDADE NA MADEIRA – PRESENTE, PASSADO E… FUTURO



Trabalho desenvolvido pelos alunos: Dina Gonçalves, Joana Reis, João Pedro Sousa, Luísa Abreu e Solange Gonçalves (9.º C), no âmbito da disciplina de Tecnologias da Comunicação e Informação, tendo em vista a participação no concurso Eco-Repórter da Energia. "Eletricidade na Madeira - Presente, passado e... futuro" é uma reportagem que tem  por objetivo dar a conhecer à comunidade a história dos pouco mais de cem anos de eletricidade na Região e oferecer uma perspetiva do que poderão ser os próximos cem.
Mas porque, como em tudo na vida, existe o antes e o depois, os jovens Eco-repórteres contam-nos, através de uma reportagem realizada ao Museu de Eletricidade da Madeira - Casa da Luz, a história da iluminação publica na Madeira, fazendo uma retrospetiva dos primeiros tempos da iluminação pública na Madeira, que surgiu apenas no final da primeira metade do século XIX, com a instalação de três candeeiros de azeite nos pontos mais centrais do Funchal. Rapidamente a área iluminada alastrou-se a diversos pontos da cidade, sendo que, decorrido cerca de um ano, trinta e um lampiões de azeite iluminavam já as ruas da capital, perfazendo, dois anos depois, um total de setenta candeeiros, pertencentes a entidades oficiais e particulares.
Em 1870 o azeite encerra o seu ciclo como combustível na iluminação pública da cidade do Funchal. Uma nova era da iluminação abre-se com a introdução do petróleo como combustível, ocorrendo os primeiros ensaios em 1866. Coexistindo com a iluminação a azeite, o petróleo vai progressivamente elevando à sua substituição definitiva, impondo-se pela intensidade da chama. Duas décadas depois, à semelhança do que se vinha praticando em Lisboa, a cidade do Funchal também reclamava a iluminação a gás, pretensão que no entanto nunca se concretizou, conforme é explicado na reportagem.
Em 1897 acendem-se as primeiras luzes elétricas no Funchal. O mais difícil estaria feito, pensariam alguns. No entanto, num território que pela sua orografia era tudo menos brando com os que nele habitavam por entre vales e montanhas, o povo madeirense fez das dificuldades oportunidades. Aproveitando os elevados desníveis da ilha, uma missão encetada em 1939 liderada pelo Eng.º Amaro da Costa culminaria, cerca de uma década depois, com o surgimento das duas primeiras centrais hidroelétricas do arquipélago: as centrais da Serra de Água e da Calheta.
A terminar, os jovens repórteres abordam ainda o presente e o futuro da energia na RAM, perspetivando os anos que aí vêm, face à inevitabilidade do esgotamento dos combustíveis fósseis.


Podem consultar os diversos trabalhos apresentados a concurso aqui.    

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CONCURSO LUBI BD


Trabalho apresentado pela nossa escola ao concurso Lubi BD, concurso de banda desenhada que versa sobre os óleos lubrificantes usados. O projeto foi desenvolvido pelas alunas Catarina Fernandes, Marina Sousa e Nathaly Faria, do 7.º A, no âmbito da disciplina de Português, em articulação com a disciplina de Ciências Naturais. Os alunos realizaram o trabalho de pesquisa e seleção de informação sob orientação do professor da disciplina de Ciências Naturais sendo que, a fase seguinte, criação das personagens e elaboração da história, decorreu já nas aulas de Português, sob orientação da respetiva docente. Depois de elaborada a história os alunos passaram à fase do desenho da banda desenhada, tendo optado pela técnica de pintura com lápis aguarela.
Clique sobre o livro para conhecer a história!


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PS: Pode ver todos os trabalhos apresentados a concurso aqui.

 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

COMPOSTO PRODUZIDO NA ESCOLA UTILIZADO NA FERTILIZAÇÃO DOS CANTEIROS DE PLANTAS AROMÁTICAS





















Terminou a última fase de manutenção dos canteiros de plantas aromáticas, no corrente ano letivo. Os três canteiros foram primeiramente objeto de uma monda de ervas daninhas e, depois de cavados para favorecer o arejamento do solo, finalmente devidamente fertilizados com cerca de 30 kg de (excelente) composto produzido no compostor da nossa escola.
Agora resta esperar que os espécimes de malva-de-cheiro, funcho, anis, cana-de-cheiro, menta, hortelã-pimenta, hortelã-da-rocha, sálvia, macela, alecrim, alfazema e tomilho, que compõem aqueles canteiros, recuperem o vigor de outros tempos (depois da vandalização de que foram alvo no último mês).
De referir que todo este trabalho de manutenção e monitorização foi realizado pelos alunos do Clube Eco da nossa escola.  
 

terça-feira, 28 de maio de 2013

GERAÇÃO DEPOSITRÃO - REEE UPCYCLING


O trabalho apresentado a concurso pela nossa escola nesta modalidade criativa, um suporte e saleiro pimenteiro, foi (é) um dos diversos trabalhos realizados pelos alunos de 7.º ano da nossa escola, no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica, lecionada pelo professor Carlos Magalhães.
A peça foi construída aglomerando vários CD (5), sobrepondo-os e ligando-os com dois parafusos criando uma base cilíndrica que, por sua vez, e com a extensão da ponta do parafuso, foram ligadas à base de um pequeno cilindro em madeira com a altura de aproximadamente 4 cm. O círculo da base do cilindro tem um raio de aproximadamente 3 cm. No topo deste pequeno cilindro de madeira foi colocado um novo aglomerado de CD (3) perfurados nos lados opostos, de forma simétrica, com a medida exata para encaixar os invólucros dos rolos de película fotográfica. A união dos CD ao topo do cilindro de madeira foi feita da mesma forma que a anterior. 
Para finalizar, faltava uma pega para transportar mais facilmente o suporte. Nesse sentido, foi cortado diametralmente um novo CD e um novo cilindro em madeira (com as bases com cerca de um centímetro de diâmetro e dois de altura. Posteriormente, encaixou-se, pelo meio, as duas metades do CD entre as duas metades do pequeno cilindro, perfuraram-se as quatro peças e unimo-las com parafuso e porca sobrando uma pequena porção do cilindro de madeira abaixo do corte que dividiu o CD. Esta pequena porção encaixou no orifício do aglomerado de 3 CD e foi colada ao cilindro de madeira que estabelece a ligação entre os dois aglomerados de CD.
De salientar que todos os materiais usados, excetuando a cola de madeira, foram recuperados e reaproveitados a partir de REEE. Parafusos de uma tostadeira elétrica, CD estragados, cilindros de  madeira de um pequeno candeeiro de mesa e rolos de película para máquina fotográfica reflex.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

GERAÇÃO DEPOSITRÃO – ATIVIDADE CRIATIVA “JOGO DE TABULEIRO”

Projeto desenvolvido no âmbito da disciplina de Educação Tecnológica, em articulação com a disciplina de Educação Visual, sob coordenação dos professores Elisabete Andrade e João Sousa. Todos os alunos das (quatro) turmas de 5.º ano da escola realizaram trabalhos no âmbito deste projeto, sendo depois selecionados pelos respetivos docentes os "três melhores" para representarem a escola no concurso nacional.
O fundamento teórico do trabalho - o que são REEE - foi explorado nas aulas de Ciências Naturais pelos docentes das diferentes turmas, sendo depois a execução dos trabalhos realizada sob orientação dos docentes das disciplinas de Educação Tecnológica e de Educação Visual. Os trabalhos elaborados serão expostos e depois disponibilizados na sala "O Meu Ateliê" da nossa escola, para quem os quiser jogar e aprender um pouco mais sobre os REEE.
Trabalhos selecionados para apresentação ao concurso nacional:
Trabalho 1: Jogo da glória “O ciclo dos REEE”
Autora: Fátima Marina Sousa, 5.º D
Materiais utilizados: cartão de caixas de cereais, embalagens de sumos, lâmpada led de uma esferográfica, fios elétricos, tintas e papel de alumínio. Peças incluídas no jogo: tabuleiro, cartões de perguntas, peões (quatro personagens) e dado.   


Regulamento do jogo
Os peões deslocam-se nas “casas” que constituem o percurso, ao longo das quais o jogador será sujeito a questões relacionadas com os REEE. Se acertar, avança o número de casas que lhe sair no dado; ser errar, recua o mesmo número de casas. O objetivo do jogo é chegar ao final em primeiro, acendendo a lâmpada led.
 
Trabalho 2: Jogo da glória “A família Depositrão”  
Autora: Maria Fátima Pinto, 5.º D
Materiais utilizados: cartolina reutilizada, plástico autocolante, pilhas-botão, tinta, caixa de doces, canetas de feltro. Peças incluídas no jogo: tabuleiro, dados, peões (oito), cartas de pergunta e cartas de presente.


Regulamento do jogo
Os peões deslocam-se nas “casas” que constituem o percurso, ao longo das quais o jogador será sujeito a questões relacionadas com os REEE (casas de perguntas). O jogador retira uma das várias cartas de pergunta, às quais correspondem questões acerca dos REEE. Se acertar, avança o número de casas que lhe sair no dado, se errar, recua o mesmo número de casas.
Ao ”cair” numa casa com a caixa do tesouro, pode escolher roubar uma carta de presente de um adversário (sendo que a cada carta está associada uma categoria, cada qual valendo um determinado número de pontos) ou jogar o dado novamente. Se o jogador “cair” na casa da lama recua três casas; se cair na casa da caveira regressa à partida. Se um jogador “cair” 3 vezes na casa da caveira, é eliminado do jogo. 
O jogo termina quando o primeiro jogador chega à festa da família Depositrão.  

 
Trabalho 3: Jogo da escada “Descida vertiginosa”
Autor: Rodrigo Pereira, 5.º C
Materiais utilizados: placa de madeira, tampinhas de plástico, cartões de instruções. Peças incluídas no jogo: dois dados, tabuleiro e quatro peões.


Regulamento do jogo
O tabuleiro traz um percurso de 50 casas, atravessado por escadas (duas) e por diversas casas especiais, que determinam que o jogador possa avançar ou recuar no jogo: casa bomba (volta ao ponto de partida), casa trevo de quatro folhas (joga outra vez o dado), casa sol (o peão avança até à praia), casa praia (para os peões que calharam na casa sol), casa acidente (volta ao ponto de partida), casa jackpot (avança dez casas), casa smile (avança três casas), casa boleia (apanha boleia até à casa trinta e cinco) e casa STOP (fica sem jogar uma vez).
Os jogadores começam na parte superior do percurso e avançam jogando 1 ou 2 dados até chegarem à base. Se o peão cair na base de uma escada, corta caminho, descendo até à sua base.
O jogo termina quando o primeiro jogador chega à meta (número exato) depositando os REEE no Depositrão.   
 
 
A todos os alunos de 5.º ano que se empenharam ao máximo na realização destes trabalhos, ainda que não tenham sido selecionados para apresentação ao concurso nacional, deixamos os nossos sinceros agradecimentos pela vossa dedicação e criatividade.   

segunda-feira, 20 de maio de 2013

PASSATEMPO «SIM, NO DIA DA MÃE O CORAÇÃO É AMARELO»


Na sequência do passatempo que lançámos aqui no nosso blogue, relativamente à nossa participação no projeto “Sim, no Dia da Mãe o Coração é Amarelo”, o qual, lembramos, consistia na inscrição de uma mensagem no coração exposto no corredor do 3.º piso, somos a divulgar aquelas que consideramos serem as frases mais criativas, não sem antes agradecer e louvar a enorme participação verificada.
Não obstante a elevada adesão a esta iniciativa, a verdade é que nenhum aluno conseguiu associar a cor amarela do coração ao facto de aquele ter sido construído com embalagens tetra pak que, como todos sabemos – pelo menos assim o esperamos – devem ser depositadas no embalão, contentor de cor… amarela!
Das quatro frases selecionadas nesta fase - asseveramos que não foi nada fácil a escolha! -, será posteriormente apurada a frase vencedora, cujo autor será premiado com uma máquina fotográfica Fuji, a atribuir no final do ano letivo.
  • Por nove meses estive no teu ventre. Hoje, tu estás no meu coração Mãe! (Vânia Silva, 9.º B);
  • Mãe, o meu porto seguro, a minha Natureza, O Sol da minha vida! (Jéssica Sousa, 7.º C);
  • Este coração é amarelo porque a minha Mãe é o meu Sol e a minha estrela na noite escura. Amo-te mamã! (Laura Patrocínio, 6.º B);
  • És como a luz do Sol porque iluminas o meu caminho, e é por isso que o coração é amarelo. E isto aplica-se também à Mãe Natureza pois ela cuida de todos os seres vivos. Love you Mom! Everybody knows!! (Iara Olim, 5.º A)

 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

CONCURSO ECO-REPÓRTER DA ENERGIA "ENERGIAS RENOVÁVEIS NA RAM"

Trabalho desenvolvido pela aluna Natalina Camacho, do 8.º B, no âmbito da disciplina de Ciências Naturais, tendo por objetivo alertar a população para a utilização sustentada dos recursos energéticos, dada a sua importância para a sobrevivência da nossa espécie, bem como para a importância de adotarmos alternativas sustentáveis aos recursos energéticos não renováveis, particularmente no que concerne aos combustíveis fósseis, cuja utilização desregrada tem vindo a comprometer seriamente não apenas o futuro da humanidade mas de todo o planeta. As energias renováveis, visto constituírem fontes de energia “limpas”, inesgotáveis e com impacte mínimo sobre os ecossistemas, são assim apresentadas como a alternativa do presente tendo em perspetiva o futuro sustentável do planeta Terra, a solução que poderá marcar a diferença no planeta que teremos amanhã.
Nesse sentido, a autora do trabalho auscultou a opinião de cinco pessoas de uma faixa etária superior, todas moradoras no concelho da Ribeira Brava – concelho no qual a escola se encontra inserida –, no sentido de aferir o seu conhecimento / opinião relativamente à utilização deste tipo de energias. Constata-se que a generalidade dos entrevistados revela muita desinformação acerca deste tema, e que, não obstante uma perspetiva globalmente positiva acerca do tema, a justificação geral atribuída pelos populares para a não adesão a este tipo de energias alicerça-se fundamentalmente em motivações económicas, nomeadamente aquilo que, consideram, constitui o elevado investimento inicial em equipamentos que a utilização deste tipo de energias requere.
A repórter deixa no final diversas questões para reflexão do telespetador, destacando também o papel da escola enquanto instituição à qual incumbe esclarecer, informar e sensibilizar a população. 
 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

ALUNOS DO CLUBE ECO CONFECIONAM TAPETES COM ROLHAS DE CORTIÇA


Tendo por finalidade o aproveitamento das muitas rolhas de cortiça que fomos recolhendo ao longo do ano letivo, no âmbito do concurso Super-Eco-Recoletor, os alunos do Clube Eco da nossa escola estão a levar a efeito a confeção de tapetes em cortiça. Com esta atividade pretende-se, mais uma vez, sensibilizar para o reaproveitamento / reutilização de resíduos, alguns dos quais podem ser utilizados no nosso quotidiano de forma prática e eficaz, como bem ilustra o exemplo da confeção de tapetes.
Os primeiros trabalhos realizados destinam-se à utilização na própria escola, admitindo-se porém que, futuramente, alguns dos artigos produzidos possam ser comercializados, tendo por objetivo a angariação de fundos para a aquisição de materiais consumíveis, indispensáveis ao funcionamento daquele clube de atividades de enriquecimento curricular.