domingo, 21 de fevereiro de 2010

VAMOS DAR A MÃO À MADEIRA!

Colabore na ajuda às vítimas da intempérie da Madeira. A Cáritas Diocesana precisa da sua colaboração para poder agir. Não fique indiferente, faça o seu donativo!

(RE) LEMBRANDO A HISTÓRIA: A ALUVIÃO DE 1803

9 de Outubro de 1803. Foi neste dia tristemente memorável que uma grande inundação assolou os campos da Madeira e destruiu uma parte considerável da cidade, causando não somente enormes prejuízos materiais mas também a perda da vida de alguns centenares de pessoas. Pode sem duvida considerar-se a maior calamidade que tem ferido esta ilha no largo período de cinco séculos. Longe iríamos se quiséssemos fazer uma descrição pormenorizada desta tremenda catástrofe e por isso nos limitamos a traçar umas breves notas, rapidamente colhidas nas crónicas do tempo.
Tinham caído algumas chuvas, com várias intermitências, nos dez ou doze dias que precederam o 9 de Outubro de 1803. Neste dia, pelas 8 horas da manhã, começou a cair no Funchal uma chuva não muito copiosa, que se manteve inalteravelmente até ás 8 horas da noite, mas nada fazia recear que estivesse iminente uma tão terrível inundação. Principiou então a ouvir-se o ribombar do trovão e a chuva, acompanhada de algum vento, caía já em verdadeiras catadupas. Ás 8 horas e meia as águas das ribeiras galgavam as suas margens e espalhavam-se com grande ruído pelas ruas laterais, começando a sua obra de destruição e de morte. Estava-se em pleno dilúvio.
É indescritível o pavor que se apossou dos habitantes, que maior se tornou ainda pelo inopinado do acontecimento, que a um grande numero apanhou de surpresa e sem possibilidade de pôr-se ao abrigo do perigo que a todos ameaçava. A morte surpreendeu a muitos na fuga, arrastados pela violência das correntes ou atingidos pelas derrocadas das casas e paredes que se desmoronavam.
Foi o bairro de Santa Maria Maior o mais sacrificado pela tempestade. A ribeira de João Gomes, com a abundância e violência das águas, rebentou em três diversos pontos, formando outras tantas impetuosas correntes que causaram os maiores estragos e vitimaram algumas dezenas de pessoas. Ruas inteiras e inúmeras casas de habitação e outros prédios foram arrastados para o mar, incluindo a igreja paroquial, conhecida pelo nome de Nossa Senhora do Calhau e que ficava na margem esquerda da ribeira, entre as actuais rua de Santa Maria e rua Nova de Santa Maria. Numa casa desta rua ficaram soterrados 21 indivíduos e num prédio do Pelourinho morreram um súbdito inglês e 15 pessoas de família. Calcula-se que só no bairro de Santa Maria Maior tivessem perecido cerca de 200 pessoas por ocasião da aluvião.
Os prédios marginais da ribeira de Santa Luzia também sofreram bastante. Acima da ponte do Bom Jesus as águas tomaram novo curso por uma e outra margem daquela corrente e, sobretudo na rua dos Ferreiros, causaram estragos consideráveis, tendo-se abatido diversas casas de habitação e lojas de comercio. O mesmo aconteceu na rua dos Tanoeiros e a vários prédios que ficavam na margem esquerda daquela ribeira e que formavam a rua Direita, prédios que foram arrastados pela violência da corrente.
Diz uma relação coeva do acontecimento:
"Ruas inteiras desapareceram com seus habitantes e outras inundadas de água e lama deixaram os proprietários e inquilinos reduzidos á extrema indigência. Uma grande parte da freguesia de Santa Maria Maior, assim como a sua igreja, a mais antiga da cidade, não existem com uma boa porção dos seus infelizes moradores: o resto disperso cá e lá, inundado e abandonado, oferece aos olhos do homem sensível um objecto de dor, de ruína e consternação. As ruas chamadas Direita, Tanoeiros, Valverde, Santa Maria, Hospital Velho e outras foram ao mar com uma incrível multidão de habitantes".
Fora do Funchal, as povoações que mais sofreram com a horrível inundação foram Machico, Santa Cruz, Campanário, Ribeira Brava e Calheta, tendo sido relativamente pequenos os prejuízos causados nas freguesias do norte da ilha.
Com respeito á vila de Machico, lê-se o seguinte no arquivo da respectiva igreja paroquial: "...demoliu a muralha da ribeira, abateu a ponte e invadiu a vila de tal sorte que chegaram as águas á altura de três côvados na igreja e em todas as ruas. Esta inundacão prometeu a todos a morte; mas um prodígio evidente fez que se salvassem todos, excepto catorze pessoas que pereceram arrastadas pelas águas e aterrados nas casas". Também demoliu a antiga e histórica capela do Senhor dos Milagres, tendo a respectiva imagem sido encontrada dias depois, no alto mar, por uma galera americana, que a fez depositar na Sé do Funchal.
Foram igualmente consideráveis os estragos que a aluvião produziu nas outras freguesias citadas, onde também houve a perda de muitas vidas.
São bastantes discordes as informações contemporâneas dos acontecimentos, com relação ao numero de pessoas que sucumbiram, vitimas daquelas inundações, chegando uma narrativa do terrível caso a computar em cerca de mil os indivíduos mortos e desaparecidos. Parece não estar muito distanciado da verdade quem fixar em seiscentos o numero aproximado dos que morreram, sendo a maior parte no concelho do Funchal.
Era então governador e capitão general D. José Manuel da Câmara, que fez publicar sem demora um edital adoptando as imediatas e prontas providencias que as circunstancias de momento aconselhavam. O primeiro cuidado das autoridades foi procurar abrigo para os que tinham ficado sem casa de habitação e que eram em numero muito avultado. Os edifícios públicos, varias repartições de serviço do estado, muitas dependências das igrejas, dos quartéis e das fortalezas e ainda bastantes casas particulares foram destinadas a dar alojamento provisório àqueles indivíduos. Entre as medidas tomadas pelo governador, destaca-se a da absoluta proibição de serem elevados os preços dos géneros de consumo, sob pena de severos castigos infligidos aos transgressores.
A principal causa dos males produzidos pela aluvião foi a falta do encanamento das ribeiras. Embora tardiamente, resolveu o governo da metrópole realizar esse tão desejado melhoramento, enviando á Madeira o brigadeiro Reinaldo Oudinot encarregado de dirigir os respectivos trabalhos e que aqui chegou a 19 de Fevereiro de 1804. Revelou a maior competência no desempenho do cargo em que fora investido e nele desenvolveu uma pasmosa actividade, conseguindo num período relativamente curto de tempo fazer o encanamento das três ribeiras que atravessam o Funchal. Em Dezembro de 1800, comunicava ele ao governo central que, a pesar dos grandes temporais e fortes invernias que pouco antes houvera, as muralhas tinham resistido ao embate violento das águas e oferecido uma prova evidente da solidez da sua construção. Oudinot morreu nesta cidade a 11 de Fevereiro de 1807 e em memória dos seus serviços foi dado o seu nome á rua que fica na margem esquerda da ribeira de João Gomes, entre o Campo da Barca e a praça dos Lavradores.
Um pormenor interessante: tendo ficado de pé a capela-mor da igreja de Nossa Senhora do Calhau, mandou a provisão régia de 12 de Março de 1805 que ela se conservasse no mesmo estado em que a deixara a aluvião, como lembrança, para os vindouros, do acontecimento que mais funesto fora para os habitantes desta ilha. Em Dezembro de 1835 foi demolida parte da igreja que a aluvião respeitara e ali se construiu o mercado União, que há pouco se destruiu para o alargamento da rua que ali passa.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

MAU TEMPO LANÇA O CAOS NA COSTA SUL DA MADEIRA

Ribeiras transbordam e lançam o pânico em vários pontos da ilha
Baixa do Funchal está um pântano

As ribeiras de João Gomes e de Santa Luzia transbordaram e estão a lançar um manto de lama e destroços em toda a baixa do Funchal. A dimensão do temporal é seguramente maior do que o último grande temporal. Durante a manhã vimos pessoas a correr nas ruas em pânico devido às frentes de torrentes que inundavam a baixa, na rua 31 de Janeiro e na rua do Anadia.Há relatos de viaturas que foram arrastadas pelas ribeiras. Os bombeiros não têm mãos a medir. O estrondo da torrente a bater nas rochas da ribeira faz um eco aterrador. Há várias estradas cortadas com terra e lama com cerca de meio metro de altura. A Ribeira de João Gomes transbordou em vários pontos. A Rua Visconde Anadia e a do Brigadeiro Oudinot foram dominados pelas fúria de água que está a escoar de dentro do centro comercial e parque de estacionamento. A Ribeira de Santo António também causou muitos danos. Há relatos de garagens e carros com pessoas que foram arrastados pela torrentes. O DIÁRIO tem equipas de reportagem em vários pontos, alguns retidos nos locais devido a derrocadas e fortes inundações.A zona sul da ilha da Madeira é a mais atingida pelas fortes chuvas que estão a cair quase ininterruptamente no arquipélago. A Região está em alerta vermelho.

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

ECO-DESFILE ANIMOU COMUNIDADE ESCOLAR

Realizou-se ontem na nossa escola, como já vem sendo tradição nesta quadra carnavalesca, um desfile de Carnaval com alunos e professores, desta feita sob o lema “Carnaval com a Natureza”. Muito participado, com todos a darem o seu melhor para dignificarem a respectiva “trupe”, diversos foram os temas abordados pelas diferentes turmas, desde a biodiversidade à eco-moda. Muitos foram também os encarregados de educação e familiares dos foliões que afluíram ao recinto da escola para assistirem “ao vivo e a cores” a este eco-desfile já que, é bom lembrar, todos os disfarces foram elaborados com base na reutilização / reciclagem de materiais. Se não teve oportunidade de assistir a este evento, aproveite e dê uma espreitadela ao filme que a seguir lhe apresentamos.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

EVOLUÇÃO DOS CONSUMOS DE ÁGUA E ELECTRICIDADE AINDA NO... «NIM»

Nota 1: De referir, no que concerne à água, que os valores unitários de m3 apresentados foram aproximados ao 3.º escalão de consumo.
Nota 2: Os valores de kWh apresentados correspondem a um consumo estimado em “horas cheias”.

Tal como referimos aqui, a turma A de 7.º ano está a desenvolver, no âmbito da Área Curricular Não Disciplinar de Área de Projecto, um trabalho que consiste na monitorização e verificação dos consumos mensais de água e electricidade na escola. Nesse sentido, para além da indispensável monitorização da facturação mensal daqueles recursos, os alunos deste grupo de trabalho têm também procedido ao acompanhamento e verificação da utilização dos mesmos, com a finalidade de detectar eventuais problemas (lâmpadas fundidas ou intermitentes, luzes ligadas em espaços desocupados, torneiras ou autoclismos mal regulados ou a funcionar incorrectamente, etc.) ou situações que possam ser corrigidas por forma a optimizar os respectivos consumos.
Para já, passados cerca de três meses do último período de monitorização, estes alunos constataram que, no que concerne à electricidade, algumas das medidas possíveis tendo em vista a optimização do respectivo consumo já estão a ser adoptadas. A desactivação de uma lâmpada por cada ponto de iluminação, constituído por duas lâmpadas fluorescentes é, na impossibilidade de aquisição no imediato de lâmpadas de eficiência energética de classe A, a solução possível proposta pelo Conselho Executivo. No âmbito da sensibilização, os mesmos alunos promoveram uma campanha (conforme referimos aqui) tendo por objectivo erradicar a existência de luzes ligadas em espaços desocupados e que consistiu na colocação de autocolantes junto de todos os interruptores do edifício escolar, infelizmente (ainda) sem os efeitos desejados. Os próprios alunos têm constatado que não raras vezes as luzes das salas de aula ficam ligadas nos intervalos e que poucos são os docentes que fazem uso da luz natural abrindo os tapa-sóis para reduzir o consumo de electricidade. A este propósito, é importante desmistificar a ideia completamente errada – e ainda enraizada – de que uma lâmpada fluorescentre ligada durante um intervalo de 10/15 minutos consome menos do que se a ligarmos e desligarmos várias vezes. Tal pressuposto é completamente errado já que ao ligarmos uma lâmpada fluorescente o respectivo “arranque” equivale a apenas 15 segundos de consumo contínuo.
No que diz respeito à monitorização dos consumos de água, os alunos apuraram que o Conselho Executivo procede já à manutenção mensal de torneiras e autoclismos. Verificaram de igual modo que todos os equipamentos “controlados” encontram-se bem regulados e a funcionar correctamente. Independentemente de tal facto está prevista para Março a realização de uma campanha de sensibilização da comunidade escolar para a temática da água – produção de jogos didácticos, apresentações PowerPoint e projecção de filmes – evocativa do Dia Mundial da Água.
Concluindo, a meta de redução dos gastos de água para um valor médio inferior a 300 m 3 / mês e dos gastos de electricidade para um valor inferior a 12 000 kWh / mês - objectivos que os alunos estabeleceram no início do projecto -
ainda se encontra muito distante, principalmente no que concerne aos consumos de electricidade. Acreditamos porém que tal meta é possível de alcançar até ao final do ano lectivo, se entretanto se corrigirem as “falhas” detectadas. Haja boa vontade e empenho.

AJUDE A FAZER RENASCER O ENSINO NO HAITI

Não obstante este blogue ter por finalidade única a divulgação de informação relativa à temática ambiental, designadamente aquela que se enquadra no projecto Eco-Escolas, há situações às quais não nos podemos manter indiferentes, ainda que possam de alguma forma extravasar o contexto geral deste espaço. É o caso deste apelo recebido aqui, de uma ONG – Universal Learning Centre (ULC) – que se dedica à angariação de apoios ao ensino em países subdesenvolvidos, fornecendo às crianças desses países materiais de aprendizagem e acesso à educação, num esforço para aumentar a qualidade do ensino nos mesmos, sob o lema “toda a gente merece uma educação”.
A sobejamente conhecida calamitosa situação que hoje atravessa o Haiti dispensa quaisquer comentários adicionais já que, hoje por hoje, a palavra Haiti é quase sinónimo de “ajuda precisa-se”. O Haiti precisa de “renascer das cinzas” e isso só será possível se aquelas crianças, muitas delas órfãs, tiverem acesso à educação. Mas, como ajudar? Existem várias formas de ajudar o Haiti e esta via é certamente uma delas já que, após exaustiva pesquisa, pudemos constar que a Universal Learning Centre é efectivamente uma ONG bastante credível.
Já alguns docentes da nossa escola nos interpelaram com a sugestão do lançamento de uma campanha de recolha de roupas e outros bens essenciais para auxiliar as crianças haitianas, na perspectiva da REUTILIZAÇÃO, ideia sem dúvida muito louvável, porém pouco viável. É que, conforme informação proveniente da AMI (Assistência Médica Internacional) – outra ONG extremamente credível – que recebemos recentemente no nosso endereço de correio electrónico, é de todo desaconselhável a realização desse tipo de campanhas, visto que o custo de transporte de Portugal até ao Haiti do produto das mesmas é extremamente elevado e, nesse sentido, o melhor mesmo é a realização de donativos, sendo a compra dos bens de primeira necessidade realizada nos países vizinhos do Haiti.
O importante neste momento é ajudar o povo haitiano, seja de que maneira for mas, cuidado, é sempre imprescindível a verificação da credibilidade das instituições angariadoras de apoios.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

CONSELHO ECO-ESCOLA REÚNE SEXTA-FEIRA

Com início pelas 14h30, realizar-se-á na próxima sexta-feira, dia 12 de Fevereiro, na sala de reuniões, uma reunião do nosso Conselho Eco-Escola.
Da ordem de trabalhos constam os seguintes assuntos:

  1. Eleição do Presidente do Conselho Eco-Escola;
  2. Discussão e aprovação do Regimento do Conselho Eco-Escola;
  3. Análise dos resultados da Auditoria Ambiental interna;
  4. Aprovação do Plano de Acção para o ano lectivo 2009/2010;
  5. Outros assuntos.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

A METODOLOGIA DOS «SETE PASSOS»

A implementação do programa Eco-Escolas obedece a uma metodologia geral definida pela FEE, comummente conhecida pelos «Sete Passos» do programa Eco-Escolas.
É portanto com muita satisfação que constatamos, não obstante ano lectivo ainda ir "a meio", que esta metodologia está a ser cumprida à risca pela nossa escola. Lembramos que uma das ideias chave subjacentes ao Eco-Escolas, inequivocamente o maior programa de educação ambiental no nosso pais, é a de que as (boas) iniciativas devem ser dadas a conhecer e partilhadas com toda a comunidade – «Informação e Envolvimento da Escola e Comunidade Local» - e, hoje, tivemos uma demonstração (mais uma) do cumprimento desse importante passo, conforme atesta a notícia publicada
aqui.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

CONCURSO «O MELHOR ECO-COMENTADOR II»


Queremos continuar a “ouvir” a tua opinião – porque a tua opinião pode fazer a diferença. Escolhe um dos diversos posts (mensagens) publicadas aqui no blogue – qualquer uma – e deixa a tua opinião! Para participares basta seres aluno da Escola Cónego João Jacinto Gonçalves Andrade e, na opção comentários, deixares o teu comentário (máximo de 500 caracteres). Não te esqueças de te identificar com o teu nome (primeiro e último) e turma, pois só dessa forma a tua participação será considerada válida. Podes participar tantas vezes quantas quiseres (e souberes!). Este concurso estará “aberto” até dia 25 de Fevereiro, data a partir da qual será seleccionado o melhor Eco-Comentador, com base na relação quantidade / qualidade dos comentários realizados. O vencedor será premiado com um filme em DVD, à escolha do próprio.
De quê que estás à espera?! Participa!

VEM AÍ A GERAÇÃO DEPOSITRÃO...

Os Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (REEE) constituem um tipo de resíduos cuja recolha se iniciou em Portugal há mais de 3 anos. Sensibilizar a população para a importância da deposição selectiva deste tipo de resíduos constitui o principal objectivo do programa Geração Depositrão, iniciado em 2008/2009. A Geração Depositrão surge nas Eco-Escolas em resultado de uma parceria estabelecida entre a Associação Bandeira Azul da Europa e a ERP Portugal.
Poderão inscrever-se nesta iniciativa todas as escolas de todos os graus de ensino inscritas no Programa Eco-Escolas 2009/10. O p
rograma Geração Depositrão é composto por dois tipos de actividade:
  • Recolha – Actividade de recolha de REEE do tipo "pequenos electrodomésticos". *

  • Criativa – A proposta de actividade criativa difere em função dos graus de ensino:
    b1) Teatro de Fantoches REEE (Resíduos de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos): 1º Ciclo.
    b2) Arte em REEE: 2º, 3º Ciclos e Secundário / Profissional - Decoração de um ou vários REEE por forma a transformar o resíduo num objecto artístico. As escolas deverão apenas utilizar na concepção deste trabalho REEE de pequenas dimensões. Exemplos: leitores de CD e cassete, secadores de cabelo, torradeira / tostadeira, computador, monitor, rato, teclado, impressora, rádio, etc. A dimensão do trabalho final não deverá exceder 1 m3 (no caso de serem utilizados vários resíduos). Esta decoração deverá ser apenas exterior, não implicando a desmontagem dos resíduos.

    * NOTA: As escolas da R.A. da Madeira não se poderão inscrever na modalidade de actividade de recolha, devido a obstáculos inultrapassáveis para recolha / contagem dos REEE pela ERP Portugal nesta Região. Poderão no entanto participar na actividade criativa.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

CHEGOU O CONCURSO «PILHA-OU-TINTEIRO»!

Está oficialmente aberta a “época de caça” às pilhas e tinteiros. Confuso? Passamos então a explicar: é que hoje teve início o concurso Pilha-ou-tinteiro, uma campanha de recolha de pilhas e tinteiros inutilizados promovida no âmbito da ACND de Área de Projecto pelos alunos do grupo 2 do 7.º A, João Fernandes, Luísa Gonçalves, Sílvia Gomes e Vânia Martins.
Este concurso tem dois objectivos fundamentais: primeiro, promover e sensibilizar para a recolha selectiva destes resíduos, por forma a que os mesmos possam ser alvo de valorização posterior (reciclagem). Desta forma, estaremos a contribuir para a redução da poluição provocada por aqueles resíduos que, como é do conhecimento geral, integram na sua constituição elementos extremamente tóxicos para o meio-ambiente, designadamente metais pesados como o cádmio, o chumbo ou o mercúrio (que via cadeia alimentar podem facilmente chegar ao nosso organismo). Convém lembrar que uma única pilha deixada no solo contamina-o durante mais de cinquenta anos.
Outro dos objectivos, aliado à já referida vertente da educação ambiental, é a solidariedade para com os mais desfavorecidos, já que todos os tinteiros recolhidos serão entregues à Fundação do Gil, no âmbito de uma campanha de recolha promovida por aquela instituição, tendo em vista a angariação de fundos para o desenvolvimento e alargamento dos seus projectos e actividades, ajudando mais crianças e jovens (tal como referido aqui). Relativamente às pilhas, o objectivo é também proceder à sua entrega para reciclagem, nomeadamente na cadeia Modelo Continente Hipermercados S.A. Por cada hipermercado Modelo será premiada a escola que mais pilhões conseguir juntar proporcionalmente ao número total de alunos da escola.
Para participares no concurso Pilha-ou-tinteiro, iniciativa destinada exclusivamente a alunos da nossa escola, basta depositares os teus tinteiros e pilhas no PiTi, frente à Reprografia, não sem antes pedires à funcionária de serviço para que registe os números da tua entrega. Por cada pilha ser-te-á averbado um ponto e, por cada tinteiro, cinco pontos. A tabela de Eco-recolectores será actualizada quinzenalmente e divulgada no placard Eco-Escolas, bem como, naturalmente, neste blogue.
No final do ano lectivo (Junho) serão atribuídos prémios (2.º e 3.º prémios ainda a definir) aos três alunos melhor classificados, sendo que o primeiro da tabela será premiado com uma PlayStation, conforme anunciámos aqui.
Deixamos-vos então com um breve filme da verdadeira odisseia que foi a construção do PiTi, todo ele elaborado com recurso à reutilização de materiais. À excepção das tintas, NADA foi comprado! Até os pregos, dobradiças e fechaduras foram REUTILIZADOS e... do velho se fez novo!

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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

VENCEDOR DO PASSATEMPO «DESCOBRIR A BIODIVERSIDADE» – JANEIRO

Foram seis os alunos participantes no passatempo mensal “Descobrir a biodiversidade”, referente ao mês de Janeiro. Poucos, é certo, mas com comentários de alguma qualidade, como este da autoria do aluno Ricardo Marques, do 7.º B:
A conservação da biodiversidade (seres vivos) tem muita importância na nossa vida e, por isso, nada melhor do que o trabalho que o Parque Natural da Madeira tem feito ao longo dos anos. Bom trabalho e continuem para sempre a preservar o ambiente!!!
O Ricardo foi assim distinguido vencedor deste passatempo e, como tal, acaba de ganhar um de dois prémios à sua escolha: um filme em DVD ou um jogo para PlayStation. Parabéns ao Ricardo e a todos quantos continuam a partilhar as suas opiniões connosco neste espaço.